25-05-2010 - Terça é o dia do corno!
Nayanne Santana
“Ser corno ou não ser? Muita gente já se perguntou. A dúvida ou a certeza pode levar o ser humano a cometer atos insanos. Há quem mate para vingar a traição, há quem tire a própria vida e há ainda os que apenas sofrem com a dor de ser traído e tornam-se inspiração para a literatura, para anedotas e canções.
Para lembrar os traídos, sejam eles conformados ou não, à reportagem da TRIBUNA traz uma matéria para informar aos cornos ou aos não cornos que nesta terça-feira, dia 25, comemora-se o dia do corno e, embora digam que não existam motivos para comemorar o grupo dos “chifrudos”, aproveita para fazer desta data um dia de celebrações e de piadas.
De onde vem o corno?
A palavra corno, utilizada popularmente para se referir àquele que foi traído, tem sentido duplo no linguajar popular. Alguns a utilizam de forma ofensiva, outros proferem a palavra quase como um cumprimento. Mas o fato é: ninguém quer ser conhecido como corno.
A palavra corno é derivada de cornos, utilizada para denominar animais que possuem chifres.
Segundo a enciclopédia virtual Wikipédia, o nome teria surgido de uma lenda na qual a cabeça do traído começa a doer na região da testa no momento em que o ser amado o trai. Após as dores, surgiriam chifres que cresceriam na sua cabeça.
Outra definição encontrada por meio de pesquisas informava que a palavra corno é originária do latim “curnus”, que significa chifre.
A denominação teria surgido na idade média e, segundo contam as lendas em algumas regiões da Europa, quando o marido flagrava sua esposa em adultério, tinha a obrigação moral de lavar sua honra com sangue. Caso isso não fosse feito, os habitantes colocavam na cabeça do homem traído uma espécie de chapéu com dois enormes chifres e o corno era empurrado pelas ruas, sendo motivo de gozação para todos.
Polêmicas à parte, uma coisa é verdade: não há feminino para a palavra corno. De acordo com dicionário, a gíria é utilizada para designar o marido traído pela mulher adúltera - chifrudo, galhudo, guampudo, aspudo, cabrão.
“Ser corno ou não ser? Muita gente já se perguntou. A dúvida ou a certeza pode levar o ser humano a cometer atos insanos. Há quem mate para vingar a traição, há quem tire a própria vida e há ainda os que apenas sofrem com a dor de ser traído e tornam-se inspiração para a literatura, para anedotas e canções.
Para lembrar os traídos, sejam eles conformados ou não, à reportagem da TRIBUNA traz uma matéria para informar aos cornos ou aos não cornos que nesta terça-feira, dia 25, comemora-se o dia do corno e, embora digam que não existam motivos para comemorar o grupo dos “chifrudos”, aproveita para fazer desta data um dia de celebrações e de piadas.
De onde vem o corno?
A palavra corno, utilizada popularmente para se referir àquele que foi traído, tem sentido duplo no linguajar popular. Alguns a utilizam de forma ofensiva, outros proferem a palavra quase como um cumprimento. Mas o fato é: ninguém quer ser conhecido como corno.
A palavra corno é derivada de cornos, utilizada para denominar animais que possuem chifres.
Segundo a enciclopédia virtual Wikipédia, o nome teria surgido de uma lenda na qual a cabeça do traído começa a doer na região da testa no momento em que o ser amado o trai. Após as dores, surgiriam chifres que cresceriam na sua cabeça.
Outra definição encontrada por meio de pesquisas informava que a palavra corno é originária do latim “curnus”, que significa chifre.
A denominação teria surgido na idade média e, segundo contam as lendas em algumas regiões da Europa, quando o marido flagrava sua esposa em adultério, tinha a obrigação moral de lavar sua honra com sangue. Caso isso não fosse feito, os habitantes colocavam na cabeça do homem traído uma espécie de chapéu com dois enormes chifres e o corno era empurrado pelas ruas, sendo motivo de gozação para todos.
Polêmicas à parte, uma coisa é verdade: não há feminino para a palavra corno. De acordo com dicionário, a gíria é utilizada para designar o marido traído pela mulher adúltera - chifrudo, galhudo, guampudo, aspudo, cabrão.
A AScornacre
No Acre, o empresário e açougueiro Rui Birico fundou a Associação dos Cornos do Acre (Ascornacre), que tem mais de 500 filiados. O que surgiu como forma de descontração rende bons frutos. Graças à sua popularidade e ao bom humor, o açougue do Birico adquiriu vários clientes e, na frente do estabelecimento, estão expostos chifres bem grandes.
No Acre, o empresário e açougueiro Rui Birico fundou a Associação dos Cornos do Acre (Ascornacre), que tem mais de 500 filiados. O que surgiu como forma de descontração rende bons frutos. Graças à sua popularidade e ao bom humor, o açougue do Birico adquiriu vários clientes e, na frente do estabelecimento, estão expostos chifres bem grandes.

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